Quer conhecer um pouco mais sobre o trabalho do duo? Dá uma olhada:
Quer conhecer um pouco mais sobre o trabalho do duo? Dá uma olhada:

No próximo final de semana, 24 de março, o grupo Molungo estará participando da 1ª etapa do Projeto Aldeia Musical, uma ótima iniciativa do SESC Pato Branco, valorizando a música autoral paranaense! Mais uma feliz parceria da Fuá Produções!

Teatro de Arena – Sesc Pato Branco (PR)
Começando o ano de cara nova o grupo Molungo, composto por Caio Guimarães nas percussões; Cauê Menandro na voz, violão e percussão; Carlito Birolli no violão, percussão e voz; Guilherme Handa no cavaco, baixo, percussão e voz e Luis Piazzetta no violão, guitarra, voz e percussão, lança seu video-release para quem não conhece, entender um pouco da proposta e do processo de trabalho do grupo.
Confiram aqui, curtam a página no grupo e fiquem ligados na agenda da Fuá que o Molungo está preparando muita coisa boa para vocês!
página: http://www.facebook.com/Molungo
contato: molungo.producao@gmail.com

Das três matrizes fez-se o povo.
Uns aqui já estavam, outros resolveram desbravar e alguns foram trazidos ao desgosto.
Mas vieram todos do mesmo lugar!
Aqui se reencontraram, mataram e morreram e assim nasceu a dança. A dança vinda para apaziguar as formas retas. O feminino e o masculino dialogando e formando algo novo, abençoado. Em que o lúdico, o belo e o prático caminham juntos fazendo as formas sinuosas e as cores quentes desse Brasil cravado em nós!
A vontade de trocar experiências e contribuir para o resgate e valorização da cultura brasileira deu início ao projeto “Olho de Boi” realizado pelos arte-educadores Caio Guimarães e Julia Basso que tem como objetivo realizar, com crianças e adolescentes, uma grande brincadeira inspirada nos Autos do Boi realizados em diferentes regiões do país.
A proposta foi contemplada pelo edital “Circuito de Arte e Cultura” da Fundação Cultural de Curitiba para ser realizada durante três meses em cada uma das nove regionais da cidade, totalizando dez meses de aulas com nove turmas distintas.
Para iniciar as atividades, um batalhão foi chamado para realização de uma mostra do que se trata a proposta. A apresentação contou com a participação de Adalberto Jow, Anne Zuggman, Alina Lopes, Caio Guimarães, Gui Handa, Isadora Flores, Patricia Mendes, Thiago Passeti, Kauana Guimarães e Julia Basso e foi realizada nas regionais do Pinheirinho, Bairro Novo e Boqueirão – os três primeiros locais em que as oficinas acontecem. As aulas nessas regionais duram até setembro e culminarão em uma apresentação feita pelos próprios alunos. Estão todos convidados! Aguardem mais notícias do processo.
Agradecimentos a Alexandre Basso, Candida Cadore, Gilberto Manea, Jussara Basso, Lia Mattos, Luciana Guimarães, Mariana Zanette, Nélio Sprea e Nelson Sebastião, além do batalhão brincante!
Abaixo seguem algumas fotos da brincadeira realizada nos dias 26 e 27 de julho pelo batalhão…
A Fuá agradece por ser brasileira!
“O ser diverso é que nos faz únicos, pelas especiais misturas de sons, imagens, idéias, palavras, tecnologias e manifestações da arte. Especiais na generosidade de clima e geografia. Por isso somos únicos na original pluralidade que nos traduz.
Não é comum um povo manter um grau de resistência por tanto tempo. Mesmo depois de achado pelo branco europeu nossa surpresa cotidiana quando encontramos culturas milenares ainda mantidas em diversas manifestações culturais de hoje. O Brasil aprendeu a ser diverso na adversidade. Enriquece quanto mais processa o que aparentemente iria destruí-lo para devolver as influências em outras linguagens e modos.
O Brasil não cabe em uma explicação simples. Apesar das muitas caricaturas apressadas e redutoras feitas sobre os povos dos mundos, acreditamos que arranharemos o mais próximo da alma brasileira quanto mais reconhecermos expressões distintas, diversas e dinâmicas dessa diversidade magnífica que nos legitima”.
Por Gilberto Gil, ex-ministro da cultura e idealizador do programa Cultura Viva
Em 2009 foi lindo gente, e essa nova oficina promete.
Vamos colher os bambus, expressaremos nossos sentimentos e individualidades nos pifes confeccionados, e por fim muito som para selar a vibração comum. Energização para fechar o ano com muito astral. Confraternização com gente do bem, ao som do vento, das águas, dos passaros, e dos pifanos!