“Blocão Pé de Passagem” e “Correntinha Cultural” na Virada Cultural desse ano

Boas notícias!

Esse ano a Fuá marca presença na programação da Virada e Corrente Cultural em dose dupla, com o mais novo espetáculo da A Bem Soada Cia: o “Blocão Pé de Passagem” e com um projeto novo, voltado ao público infanto-juvenil, a  ”Correntinha Cultural”.

Logo mais notícias sobre o processo de montagem do espetáculo, elenco e tudo mais!

Confira a programção completinha no link: http://www.correntecultural.com.br/programacao Nos vemos lá!

Deixe um comentário

Arquivado em Não categorizado

Samba da Tradição – Homenagem aos Bambas Curitibanos e à Sociedade Treze de Maio

Neste domingo, a partir das 14h, acontece o evento “Samba da Tradição”, uma linda roda de samba que nos remete as tradicionais ‘domingueiras’ que eram realizadas na sociedade Treze de Maio. Vale a pena prestigiar os grandes ‘fazedores’ de samba locais, e conhecer um pouco mais da história da casa. Além da promessa de um encontro emocionante, o evento marca a primeira edição do projeto.

Estaremos a postos com a prancheta na mão e com o samba no pé!

Agradecimentos especiais a Brenda Maria, iniciadora do projeto, e ao Sr. Álvaro, da diretoria da Sociedade Treze de Maio, pela realização e por trabalharem com amor!

Entrada pelo valor simbólico de R$6,00

Nos vemos lá!

Deixe um comentário

Arquivado em Não categorizado

“Mulheres que dizem som” apresenta Déa Trancoso e convidadas, reunindo vozes que passeiam por cantigas da tradição popular brasileira

Nada mais nada menos que imperdível!

A cantora mineira Déa Trancoso apresenta-se pela primeira vez no Teatro da Caixa de Curitiba, trazendo a doçura e força do show “Mulheres que dizem som”. O projeto faz a conexão entre oito mulheres musicistas de diversas regiões do país, apresentando um repertório fruto da pesquisa e direção musical da cantora. Déa Trancoso é um dos nomes mais representativos da música regional mineira. Natural de Almenara, cresceu influenciada pelas diversas manifestações populares do Vale do Jequitinhonha, umas das mais ricas regiões brasileiras em cultura popular. Seu disco “TUM TUM TUM” teve quatro indicações no prêmio TIM de Música Brasileira 2007, onde a cantora concorreu com  Maria Betânia e Chico Buarque. Em 2008, integrou o grupo de artistas mineiros selecionados para a “Semana de Minas Gerais na Itália” e apresentou-se também na França e em Portugal. Participa da coletânea “Chill Brasil 5”/Warner Music, com 32 cantoras da MPB (Céu, Mônica Salmaso, Roberta Sá, Mart’nália, Tereza Cristina), a convite de Charles Gavin/Titãs, lançado no Brasil, Europa, Japão e EUA. É parceira de Cláudio Nucci, Badi Assad, Chico César, Sérgio Santos, André Mehmari, Ceumar e André Siqueira.

Nesse mais recente show, a cantora divide o palco com as musicistas Alcione Alves (percussão), Ana Cristina (voz), Elisa Paraíso (voz), Janete Flores (voz/violão nylon), Juliana Perdigão (voz/clarinete), Mariana Baltar (voz/dança), Paula Pi (voz/violino/rabeca/dança), revelando a alma da música popular brasileira.

O show “Mulheres que dizem som” contempla cantigas da tradição popular brasileira como folias de reis (“Janeira”, domínio público, adaptação de Tadeu Franco), catimbó (“Nem curto, nem comprido”, domínio público, adaptação de Déa Trancoso), ladainha de capoeira angola (“Orixás da bahia”, domínio público, adaptação de Déa Trancoso), boi do maranhão (“Guriatã”, de Humberto de Maracanã), Contradanças (“Passa o pente”, domínio público, adaptações de Josino Medina e Déa Trancoso), coco (”coco da veia”, domínio público, adaptação Coral Trovadores do Vale), entre outras. Com patrocínio da Caixa Cultural e do governo federal, o show conta com a produção geral da “TUM TUM TUM Produções” e produção local da “Fuá Produções”.

Além da apresentação do espetáculo, a cantora oferece a Oficina “Corpo de Voz”, trabalho no qual Déa Trancoso chama de “lembrança de si mesmo”, por meio da expressão corporal e vocal, a partir de exercícios, audições, jogos e brincadeiras que combinam o uso do corpo e da voz de maneira alternada e simultânea, dentro dos universos indígena, africano e hindu. Utiliza também cantigas da cultura popular brasileira, especialmente do Vale do Jequitinhonha.

Serviço:

Show Mulheres que Dizem Som

Déa Trancoso, Alcione Alves, Ana Cristina, Elisa Paraíso, Janete Flores, Juliana Perdigão, Mariana Baltar e Paula Pi.

Datas: 21, 22 e 23 de outubro

Horário: 19h

Local Caixa Cultural

Ingressos; R$10,00 e R$5,00

Produção Executiva: Fuá Produções

Produção da turnê: TUM TUM TUM Produções

Oficina “Corpo e Voz” com Déa Trancoso

22 de outubro

Horário: 14h as 16h

Local: Caixa Cultural

Entrada Franca

Inscrições pelo e-mail: caixacultural08.pr@caixa.gov.br

1 Comentário

Arquivado em Shows

Mar de Dentro de Thayana Barbosa inagura projeto “Música nos Parques”

Em outubro inicia o novo ciclo de apresentações do projeto Música nos Parques, realizado pela Fundação Cultural de Curitiba. A estreia do projeto será no segundo domingo do mês, dia 16/10, no Parque Cambuí, no bairro Portão, com o show Mar de Dentro, da cantora Thayana Barbosa.

Thayana é cantora, compositora, atriz, percussionista, brincante e pesquisadora. Natural de Campo Grande-MS, é radicada em Curitiba e desde 1999 vem desenvolvendo sua trajetória artística, participando de diversos projetos, shows e grupos musicais. Entre eles destaca-se o “Mundaréu”, no qual é integrante desde 2002, tendo gravado três CD´s e um DVD, e participado de inúmeras turnês pelo país com diversos espetáculos.

Em 2010 Thayana estreou seu primeiro show solo, que fala dos sentimentos, das experiências pessoais, descrevendo e desenhando seu ”Mar de Dentro” – título do espetáculo. No show a cantora revela em suas composições a influência de suas raízes sul mato-grossense, assim como da cultura popular brasileira, como o coco, cacuriá, fandango, boi, divino, dialogando com outros estilos como o samba, reggae, rock, jazz, música latino americana, bossa nova, entre outros, presentes em sua escuta, estudo e pesquisa diária.

Além  de Thayana,  Mar de Dentro conta com mais quatro músicos  de destaque na cena paranaense, que acompanham a carreira da cantora e puderam compor o quinteto de forma  integral, dando ao espetáculo uma sonoridade singular. São eles: o produtor musical, arranjador e multi-instrumentista Jorge Falcón; o percussionista  Vina Lacerda; o baterista e técnico de som Valderval Filho e o contrabaixista, produtor, arranjador Glauco Sölter.

O projeto “Música nos Parques” é um meio de difusão e valorização da produção musical curitibana na própria cidade, ao mesmo tempo em que possibilita o acesso  à música de qualidade nos bairros mais periféricos. O projeto conta com mais dois shows da cantora, a serem apresentados em 2012, e é realizado pela Fundação Cultural de Curitiba. O show será realizado no parque Cambuí, no bairro Portão, no dia 16 de outubro, domingo, as 15h30, gratuito e aberto a todos os públicos.

Ficha técnica:

Thayana Barbosa: voz e percussão

Glauco Sölter: baixo

Vina Lacerda: percussão

Jorge Falcon: teclados, violão e direção musical

Valderval Filho: Percussão

Produção Executiva: Fuá Produções

Serviço:

Show “Mar de Dentro” de Thayana Barbosa

Data: 16 de outubro (Domingo)

Horário: 15h30

Ingresso: gratuito

Local: Parque Cambuí

Endereço:R. Carlos Klemtz, 1066-1206 – Fazendinha, Curitiba – Paraná

http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&q=parque+cambui+curitiba&aq=&sll=-29.140167,-51.188049&sspn=1.782391,2.469177&vpsrc=6&ie=UTF8&hq=parque+cambui&hnear=Curitiba+-+Paran%C3%A1&ll=-25.47621,-49.321876&spn=0.105278,0.106974&t=m&output=embed&w=425&h=350

1 Comentário

Arquivado em Não categorizado

Dias 17 e 18 na Bisbilhoteca tem: “Siricutico”!

O próximo “Ziriguidum” será apresentado no Espaço Cultural e Livraria Bisbilhoteca. O lugar além de agradável é um prato cheio para a leitura e a imaginação, abrigando os mais variados livros infantis.

É com muita alegria que a Fuá participa de mais uma produção do grupo, que com pouco tempo já tem muita história pra contar e com alguns projetos bacanas que vem por aí!

Serviço:

Dias 17 e 18 de Setembro na Bisbilhoteca!

Show “Ziriguidum” do grupo “Siricutico”

Horário: 16h

Ingressos: R$10,00 inteira e R$5,00 meia

Ingressos antecipados a venda na Bisbilhoteca!

Rua Carlos de Carvalho, 1166A

www.bisbilhoteca.com.br

Vídeo:
Filmagem: André Senna
Edição: Vitor Moraes
Produção: Fuá Produções
producaoy@gmail.com

www.fuaproducoes.com.br

Até lá!

Isa Flores

Deixe um comentário

Arquivado em Não categorizado

Mário de Andrade: figura emblemática, crítica e encantadora

Bom,

Há certo tempo que eu venho me enrolando para publicar algo aqui e agora nessa noite gelada decidi encarar. A partir de um estudo acadêmico, comecei a viajar num personagem histórico que me encantou e que pretendo estudar a fundo: o tal do Mário de Andrade, cara genial. O mais louco que a resenha acabou me levando a um ponto específico: existe uma lacuna imensa no jornalismo “cultural” atual, e isso é uma coisa seríssima, é terrível!!

Quando lê-se as críticas musicais de Mário então! Percebe-se a necessidade de novos críticos, de um jornalismo menos (desculpem a palavra) babaca e pago pela indústria cultural. Os textos de Mário chegam a nos fazer “ouvir”, e isso fica claro na compilação de artigos “Mário de Andrade – Música e Jornalismo”, Diário de São Paulo, Ed Usp, HUCITEC, São Paulo, 1993.(tem na biblioteca do Paço, novinho, mas tá emprestado pra mim! kkkk)

Vou dar um crtl+c e crtl+v no texto resultante dessa pesquisa! Boa leitura!

Abraços,
Isadora Flores

Desde o início, ao escolher a figura mítica de Mário de Andrade como protagonista desse texto, já sabia que não se tratava de algo simples. Tratar do autor de “Macunaíma” com propriedade, mesmo em torno de sua crítica musical (uma pequena parte de sua produção), é uma tarefa árdua e necessita de certo tempo de pesquisa. Mário desliza de Guido D´Arezzo à Guarnieri com perfeição, de forma que sua crítica musical permeie manifestações populares, danças dramáticas iberobrasileiras, música erudita entre tantas outras. Esse texto é baseado no artigo de Jorge Sidney Coli Jr: Mário de Andrade – Introdução ao pensamento musical.

Dissociar o escritor, crítico, poeta e músico, dentre tantos outros personagens de Mário é uma tarefa um tanto complexa, portanto, podemos observar que as suas ações se complementam alicerçadas por sua visão de mundo, e sua pesquisa por elementos identitários do Brasil. Mário foi detentor de uma imensa produção artística e crítica. Aqui focaremos em alguns fragmentos dessa produção a fim de desvendar características importantes dessa figura tão representativa. Segundo Jorge Sidney Coli, o período de sua produção crítica em torno da música foi extenso e teve duração entre 1928 à 1945, ano de sua morte (COLLI, p.112). Sua análise foi oficializada com o livro “Ensaio sobre a música brasileira”, onde Mário, no auge do modernismo, assume a tarefa de investigar e criticar a produção musical erudita e popular, apontando certas características nacionais, e criticando uma corrente “modernista verde-amarela” radical e fundamentada no “exotismo”, que se mostra contra a aceitação da formação identitária do nosso povo, fruto de tantas misturas e influências.

Neste livro, Ensaio sobre a Música Brasileira, Mário defende a ideia mais coerente de que o “nacional”, brasileiro é fruto de um hibridismo cultural, fugindo da ideia alienada do brasileiro “puro”, sem influências estrangeiras, e de que música brasileira deveria ser aborígene, feita somente por indígenas, etc.. Mário insiste que “É preconceito prejudicial repudiar como estrangeiro o documento não apresentando um grau objetivamente reconhecível de brasilidade”, e ainda: “O exclusivista brasileiro só mostra que é ignorante do fato nacional.” (ANDRADE, p. 26 e 27).

“A influência de Mário era tão significativa que o livro se tornou referência para compositores e intérpretes da época, por também trazer um certo caráter de normatização estética.”

No mesmo ano que escreveu o “Ensaio sobre a música Brasileira”, Andrade escreveu a obra “Macunaíma – O herói sem caráter”, uma das mais importantes obras da literatura brasileira, onde de forma cômica o personagem principal Macunaíma é apresentado como símbolo da identidade nacional, representando essa herança multi-étnica brasileira de inúmeras formas. No mesmo período em que o pensamento do autor atinge uma preocupação nacionalista mais desenvolvida, Mário teve a ‘audácia’ de sistematizar aspectos psicológicos da expressão musical, transformando essa compilação de estudos em mais uma publicação: Terapêutica Musical (1936). Segundo Colli, “a noção importante que logo se propõe é o conceito da música como arte dos valores dinamogênicos e cinestésicos: arte pura por excelência, ela é isenta de intenções discursivas imediatas”. Colli destaca também no pensamento de Mário a música como extraordinário meio coletivizador, “como nenhuma arte consegue tanto” e ainda o poder da música em rituais religiosos para o estado de hipnotismo, encantação. (COLLI, p 115). Apesar do poder abstrato da música, para Colli, Mário defende que a música tanto ética e psicológica tem uma gama de significações. (COLLI, p.117)

Em sua leitura em torno de obras clássicas, Mário demonstra extrema sensibilidade ao circundar e interpretar diversos elementos musicais, como em “Devaneios” da Sinfonia Fantástica, cólera de Isolda, etc. Essa normatividade de teorias para ele tange ao artista, não à arte como objeto. Colli afirma: “A música, de manifestação direta da sociedade, transformou-se em produto de uma vontade de expressão individual e gratuita”. Segundo o autor o período nacionalista da estética de Mário exigiu do artista a aquisição de um inconsciente nacional, para se conseguir uma produção intrinsecamente expressiva da alma brasileira.

“É a consciência política implacável do artista que fecundará nas obras e terá significância para ele.” (COLLI, p.22)

Nesta nova fase chega o pedido de uma consciência moral, e mais tarde histórico-social para a produção de uma arte que tenha significação no seu tempo. É a consciência política implacável do artista que fecundará nas obras e terá significância para ele. (p.122). Notamos que entre 1940 e 45, segundo Colli, para o poeta a música adquirirá uma função de luta política, contrapondo o pensamento do filósofo Sartre que defendia a literatura como a melhor forma de expressar essas posições. Para Mário a música era o fator mais permeável na sociedade, de aspecto coletivizador, “engajável”, por surtir efeito psicológico, emocional. Segundo Sidney Colli, nos anos de guerra e do “Mundo Musical” (Série de artigos do autor), o autor de Macunaíma constrói uma estética normativa que pressupõe a noção de obra como atuante e politicamente engajada, refletindo sobre a posição do artista contemporâneo e criticando a sociedade. Nota-se que a produção crítica de Mário buscava aprofundar o leitor ao universo estético, artístico, musical de forma até literária, um jornalismo cultural muito distante do atual, que infelizmente tende à mera informação e à propaganda, praticamente fomentado pela indústria cultural.

REFERÊNCIAS:

COLLI JR, Jorge Sidney Mário de Andrade: Introdução ao Pensamento Musical

ANDRADE, Mário Ensaio sobre a música Brasileira, Ed. Martins, 3 ed. 1972

Artigo: Macunaíma o Herói da Nossa gente, Revista SESC n° 89

http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/diadia/arquivos/File/conteudo/artigos_teses/LinguaPortuguesa/Macunaimaheroidanossagente.pdf

Na escuta de textos: Olhares sobre a cultura e identidade: (USP)

Haydée Ribeiro Coelho: http://www.fflch.usp.br/dlcv/posgraduacao/ecl/pdf/via04/via04_12.pdf

Deixe um comentário

Arquivado em Não categorizado

O Encantamento do Olho de Boi

Das três matrizes fez-se o povo.

Uns aqui já estavam, outros resolveram desbravar e alguns foram trazidos ao desgosto.

Mas vieram todos do mesmo lugar!

Aqui se reencontraram, mataram e morreram e assim nasceu a dança. A dança vinda para apaziguar as formas retas. O feminino e o masculino dialogando e formando algo novo, abençoado. Em que o lúdico, o belo e o prático caminham juntos fazendo as formas sinuosas e as cores quentes desse Brasil cravado em nós!

A vontade de trocar experiências e contribuir para o resgate e valorização da cultura brasileira deu início ao projeto “Olho de Boi” realizado pelos arte-educadores Caio Guimarães e Julia Basso que tem como objetivo realizar, com crianças e adolescentes, uma grande brincadeira inspirada nos Autos do Boi realizados em diferentes regiões do país.

A proposta foi contemplada pelo edital “Circuito de Arte e Cultura”  da Fundação Cultural de Curitiba para ser realizada durante três meses em cada uma das nove regionais da cidade, totalizando dez meses de aulas com nove turmas distintas.

Para iniciar as atividades, um batalhão foi chamado para realização de uma mostra  do que se trata a proposta. A apresentação contou com a participação de Adalberto Jow,  Anne Zuggman, Alina Lopes,  Caio Guimarães, Gui Handa, Isadora Flores, Patricia Mendes, Thiago Passeti, Kauana Guimarães e Julia Basso e foi realizada nas regionais do Pinheirinho, Bairro Novo e Boqueirão  - os três primeiros locais em que as oficinas acontecem. As aulas nessas regionais duram até setembro e culminarão em uma apresentação feita pelos próprios alunos. Estão todos convidados! Aguardem mais notícias do processo.

Agradecimentos a Alexandre Basso, Candida Cadore, Gilberto Manea, Jussara Basso, Lia Mattos, Luciana Guimarães, Mariana Zanette, Nélio Sprea e Nelson Sebastião, além do batalhão brincante!

Abaixo seguem algumas fotos da brincadeira realizada nos dias 26 e 27 de julho pelo batalhão…

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixe um comentário

Arquivado em Não categorizado